terça-feira, 15 de setembro de 2009


"Os leitores extraem dos livros, consoante o seu carácter, a exemplo da abelha ou da aranha que, do suco das flores retiram, uma o mel, a outra o veneno."
F.W. Nietzsche

8 comentários:

vício disse...

muitas vezes depende das necessidades do momento...
um livro pode ser muito util...

najla disse...

Sim, também...mas a maior parte das escolhas provem do nosso caractér....

PAULO LONTRO disse...

A maioria sim, vem do carácter, mas não todas e nem sempre...

Tatiana disse...

Cada qual de acordo com a sua essência e natureza!

Beijos com meu carinho para você!

vício disse...

e do aperto... apesar do papel ser um pouco duro...

najla disse...

Vicio, esta frase só podia ser tua....só podia....

entremares disse...

Najla...

Lembrei-me ( a sorrir ) de algo que não escreveste... mas que também serviria. Recordas-te daqueles livros em branco que se vendiam nas lojas, assim do género " Os meus poemas", " os meus pensamentos" e coisas do género?

Não é espantoso o modo como duas folhas de papel branco, absolutamente iguais, duas canetas de tinta, gémeas... poderem originar uma obra-prima... ou o pior dejecto?

Eu sei, já sabias isso...
Mas não resisti.

Beijos.
Rolando

najla disse...

Rolando, no fundo, escreveste duma outra forma, aquilo que Nietzsche citou. A origem desse bem ou desse mal, ou da obra prima ou da pior morraça, vem sempre da nossa essência...
Um beijo