segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Triste alma a tua


Oh triste alma que vagueias, à espera de auxilio, de bênção, de perdão, de mão, de um porto de abrigo.
Oh triste alma que perdeste o sentido da vida, o reflexo da alegria, o sabor da vitória, a aventura da paixão e o ardor do amor.
Oh triste alma que caíste em tentação e não recuperaste a estima, o orgulho, a bondade, a vontade.
Oh triste alma que esperas que o mundo pare de girar para te ajeitares, para te sentares direita, para repousares o espírito.
Oh triste alma que perdeste a noção da amizade, do encanto, da fantasia, do segredo, da descoberta, da cumplicidade.
Oh triste alma que te deixaste morrer e abandonaste o teu corpo, sem sentido, sem direcção, sem flores, sem lágrima, sem dor.
Oh triste alma que nunca subiste a uma montanha, nunca sentiste o sabor do vento e caricia da chuva.
Oh triste alma que foste, que abalaste e não recuperaste da vida imunda, não lutaste, não gritaste.

Oh triste alma que de vez te perdeste!

5 comentários:

Tatiana disse...

Trilhamos os caminhos da vida e em alguns momentos eu me senti exatamente assim...
Um beijo carinhoso e um bela semana para o seu coração.

made in ♥ love disse...

adorei... e revi-me tanto nalgumas palavras... muito bonito mesmo

Um beijinho
Eduarda
Be in ♥ love

meus instantes e momentos disse...

forte texto.
muito bom teu blog.
Maurizio

Silvana Nunes .'. disse...

...............................................
Maravilha o seu cantinho.
Na intenção de divulgar o meu trabalho, cheguei até você.
Gostei muito do seu espaço. Eu não estou podendo ler tudo de uma vez porque a tela do computador atrapalha um pouco a minha visão, mas certamente voltarei mais vezes. O meu oftamologista pediu que desse um tempo da telinha... e eu sou fraca ?
O meu território já está demarcado.
Convido a dar uma espiada em "FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER.." ( o seu cantinho de leitura), em:
http://www.silnunesprof.blogspot.com
Terei sempre uma história para contar.
Saudações Florestais !

Vício disse...

são apenas reflexos dum passado que essa alma escolheu...