segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Eu realmente tenho amigas fantásticas!


Ele - Desculpe, estava a olhar para si e sei que a conheço de algum lado....mas não sei bem de onde...
Ela - Sim, conhece-me porque eu trabalho na empresa X.
Ele - Ah, pois é! Trabalha com a minha ex-mulher!
Ela - Sim!
Ele - E como é que ela está?
Ela - Linda...como sempre!
Ele - Claro que sim. - anui com a cabeça - Eu realmente fui muito burro em não ter lutado por ela!
Ela - Deixe lá isso agora. Você foi burro porque não se empenhou, ela ainda foi mais burra quando se casou consigo. Deixe lá...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Voei...

Houve um dia em que fui perfeita.
Houve um dia que fui genial.
Houve um dia que juraste ter encontrado a cara metade.
Mas isso foi um dia!

A magia acabou. A sedução e o fascínio terminaram. A realidade impôs-se.
Deixei de ser a super-mulher.
Deixei de conseguir camuflar os sentimentos.
Avisei que não era a mulher convencional. Não consegui tirar excelente em todas as áreas. Apenas consegui ser excelente mulher, excelente mãe, excelente amiga e excelente profissional. No resto perdi-me! E afinal, o resto tinha muito mais valor!

Cansei de dar volta à vida em cima de salto alto. Doem-me os pés.
Cansei de mascarar a amargura e a incerteza, o choro e a mágoa com um sorriso, puxando o cabelo para trás da orelha e gracejando com algo. Perdi o ânimo.

Quantas vezes calei o dissabor e a agonia, para que tudo continuasse perfeito....jurei nunca mais!
Fiz de mim outra mulher, fiz de mim outra pessoa...por ti....para ti....por todos vós! Cansei!
Não suporto mais a ideia do silêncio.
Não consinto que me enfrentem e eu baixe os olhos.
Não admito que sustenham a minha vida e a minha vontade.

A máscara que fingi ter e ser minha caiu. A máscara que usei está gasta.
Vi uma fresta. Vi o sol. Vi que afinal apesar do caminho que decidi tomar, posso inverter.
Basta querer! Basta ter vontade! Basta voar!
(re-edit)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Coisas chiques!

Há 2 dias que ando desaparecida devido a uma virose gastrointestinal. Isto não é mais que um nome pomposo para chamarmos à nossa amiga diarreia e ao nosso primo vómito. Claro, que como a família tem de estar completa, as vizinhas cólicas e os seus arrepios.....Enfim, foram 2 dias em cheio. Pena só tenho de a minha cara metade estar estendido do outro lado do sofá com os mesmos sintomas... Nem miminhos desta vez tive direito!!!! Snif...

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ridículo, ridículo...

...é quando eu digo que perdi 2,100kg com o mesmo entusiasmo que diria caso ganhasse a lotaria! E as 100 gramas o jocker!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Acho que ela não tem muito amor à vida!

Como uma desgraça nunca vem só, fomos "brindados" com uma nova colega. E num daqueles momentos em que estamos a falar sobre o que por norma o pessoal faz depois de sair do trabalho (isto para ver se a tipa se ambienta e a tentar dar-nos a conhecer um pouquinho), olha para mim (tinha de ser! É karma! Só pode!) e num tom jocoso diz-me "poças, como é que tu, uma quase quarentona ainda aguentas isso tudo?"
Apesar de não ser meu costume, calei-me...porque afinal (apesar de só lhe ter dito uma cagagesíma parte do que faço) dei-me conta que a tipinha (notem o meu ar de desprezo) não merece ambientar-se! (sim, sou má!)
Ah....esquecia-me (e para uma mulher é muito importante esclarecer estas dúvidas): tenho 35 anos e não 40 anos!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Uma definição de amor



"Laura,

Escolher um presente para ti foi para mim tão novo, que demorei a perceber como poderia na verdade ser tão simples.
E perguntei, numa espécie de inquérito aos costumes, o que se costuma oferecer nos baptismos. Eu, que sou avessa a esses rituais formatados e que cheguei mesmo a ralhar com a tua mãe por fazer isso.
E depois pensei, o que é que eu gostava mesmo de te oferecer. Assim de forma a que, se por acaso nós não nos cruzarmos mais, tenhas sempre uma recordação de mim. E que não seja uma roupa que já não serve, uma pulseira ou um anel que nunca uses ou um álbum de fotografias que te leve a pensar que as memórias se colam numa folha de papel ou plástico em vez de se agrafarem ao coração.
Por isso, Laura, ofereço-te um livro. Ainda que neste momento tenha pouco mais interesse para ti que o desenho de um menino de cabelo amarelo e um planeta estranho na capa. Mas eu não tenho pressa, Laura, e um dia vais aprender a juntar letras e entender que uma das maiores coisas que se pode oferecer a alguém é um lugar no nosso coração.
E no meu tu já tinhas um lugar antes mesmo de nasceres, porque nessa altura já eu gostava muito da tua mãe. Eu, que não me entusiasmo particularmente com bebés, dava por mim a olhar curiosa para uma ecografia, tentando perceber com quem eras parecida.
Por isso, Laura, o meu presente para ti é o desejo de que um dia, como esse menino de cabelo amarelo, tenhas a mesma vontade de ver todas as coisas, que deixes que o mundo te cative e que tenhas sempre tempo para conhecer todas as coisas e que não compres tudo pronto nas lojas (porque não há lojas de amigos, Laura).
Que vejas com o coração. Que ouças com o coração. Que fales com o coração.
Que o mundo gire à tua volta e que a vida aconteça dentro de ti e não lá fora.
Que gostes, como ele e como eu, de olhar à noite para as estrelas. Que escolhas uma para ti. Mesmo que seja uma pequenina demais para se avistar daqui. O que até é melhor! Assim, gostarás de olhar para as estrelas todas.
Como eu gosto."




A Nikky pediu a todos os seus seguidores que retirassemos o(s) post(s) que mais nos tocaram. Sem cair em exageros, copiaria quase todo o blog. Mas resolvi retirar apenas um...um que sei que foi escrito com o coração, como é o seu costume.
Um post que nasceu para o ser que nasceu de mim e que basta ler o titulo que a Nikky lhe deu para percebermos a dimensão do seu coração e da sua alma.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Até o pino faço!


As novas instalações como ainda não têm água canalizada, quando nos dá aquela vontadinha de utilizar o w.c., temos de sair e ir ao cafézinho mais próximo. Ora, como é uma vergonha entrarmos, usarmos a casa-de-banho e sair, lá pedimos um café para disfarçar a coisa. E como a mente é traiçoeira, quanto mais pensamos que não podemos ir à casa-de-banho, mais vontade temos de fazer xixi. Se não bastasse o facto de nas veias correr-me uma mistura de sangue minhoto, espanhol e alentejano, com uma pitada de alfacinha, ainda fico pior, ou seja, estou super, hiper eléctrica, hiperactiva devido à quantidade elevada de cafeína que bebo. Só estou preocupada é com a ressaca que sentirei quando vierem ligar a dita água. O corpinho vai sentir....oh se vai....

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Está encontrada a justificação para a assiduidade


Nas aulas de aeróbica que frequento, existem algumas senhoras que deveriam de estar a praticar aeróbica sénior, isto devido à sua idade avançada e ao esforço exigido pela professora. E um dos exercícios é praticado com um bastão de cerca de 1,5m, o qual serve, entre outros, para fazer abdominais. E é ver as senhoras seniores, quase a atropelarem-se umas às outras, uma vez que existem poucos varões, a gritarem quase histéricas "o pau é meu, o pau é meu" ou "eu agarrei-o primeiro! Da última vez usaste-o tu!"



Sim...convenhamos que é um pouco deprimente!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Voilá...

No inicio de cada ano, raramente faço planos a curto ou médio prazo. E este ano não foi excepção (isso dá uma trabalheira....). Talvez por isso, fique mais emocionada e empenhada nas coisas quando sou surpreendida ou quando meto alguma coisa na cabeça. E como tal, o inicio deste ano, absorveu-me quase todo o meu tempo, deixando-me indisponível para meditar sobre as barbaridades que por aqui vou escrevendo.
Como tal, a minha vida profissional e pessoal deram uma reviravolta(zinha)...tudo no bom sentido (felizmente...).
Então aqui a vossa Najlazita para além de ter mudado de instalações, envolveu-se numa catrefada de coisas, assim tipo tudo-ao-molho-e-fé-em-deus, e agora é ver-me espernear para ver se tenho um tempinho para vir aqui e claro, ir até aos vossos blogues. Como quando saio do trabalho ainda tenho mais umas quantas coisas pendentes, ao chegar a casa estou tipo mais-morta-que-viva e até os dedos me doem para teclar (ok...é peta mas vocês fingem que acreditam...ok?).
E isto só para vos dizer, que aqui estou eu esperando por dias mais calminhos e de um tempinho para vos ir visitar (isto é mesmo verdade!).

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010


Por motivos alheios à minha própria vontade, este blog ficará temporariamente em banho-maria.

Até já...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A carta


Podia escrever tanta coisa. Podia começar com tantas frases. Podia mas não o vou fazer. Comecei a escrever esta carta faz tempo. Tempo já sem tempo. Um tempo já perdido. Pensei escrever esta carta julgando ser mais fácil dizer palavras que a minha boca já esqueceu. Palavras que jurei não mais pensar, palavras que julguei terem morrido.
Queria falar-te da cor do teu riso e do arco-íris que te envolve e me envolve.
Queria falar-te da melodia do teu beijo. Queria falar-te deste sentimento que cada dia que passa cresce, cada dia que passa se transforma e ganha corpo e começa a dominar o meu peito, os meus sentidos, o meu desejo.
Escrevo-te esta carta para te pedir que decifres este tormento que tantas vezes me leva à loucura, ao êxtase como à mansidão, à calmia.
Podia ter começado esta carta por uma frase simples, que sei que existe mas que nunca julguei encontrar no meu dicionário.
Peço-te, então, nesta carta, que me alumies o meu caminho, que sejas tu a pessoa que acompanha os meus passos, que sejas tu a pessoa que sobe as mesmas montanhas que eu e que se refresca nas águas calmas da minha vida.
Levei tanto tempo a escrever esta carta mas afinal as palavras que julgava perdidas, amorfas e inexistentes, estavam tão à vista, tão pertinho do teu peito, tão juntinho do teu coração.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

E cá estamos nós! Na 1.ª segunda-feira de 2010 e não fugindo à regra do síndrome do 1.º dia de trabalho da semana....assim tipo, ressaca!

Para além de ter de aturar este meu ânimo e que para a maioria dos que convivem matinalmente comigo, lhe chamam mau humor, ainda tenho de ouvir o grasnar de entusiasmo do pessoal nas suas histórias, qual epopeias, sobre a sua passagem de ano. Ao passo que muito boa gente detesta o natal, eu pessoalmente detesto a passagem de ano. Por nada em especial, por nada que me tivesse marcado de forma negativa esta comemoração. Mas simplesmente detesto. E detesto ainda mais quando este facto é usado aqui no meu belo local de trabalho como competição, do tipo, quanto mais piroso for mais chique é. Não critico - e longe de mim isso - quem festeja em grande a passagem de ano....mas critico o que os leva a festejar. Muitos não o fazem por eles próprios, por um gosto pessoal ou por puro divertimento. Apenas o fazem e vão para determinados sítios porque está na moda, ou é chique, ou é in (vá-se lá saber porquê)....

Enfim, fora este badalejar todo, desejo-vos um excelente 2010 e se não for melhor que o ano que passou, que seja no mínimo igual. E nunca se esqueçam que apesar de todo o dramatismo e pessimismo que muitas vezes olhamos a nossa vida, lembrem-se que há sempre alguém pior que nós...e não é por isso que baixam os braços e deixam de lutar!













quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz Ano de 2010


Porque hoje é a última quinta-feira e precisamente o último dia de 2009, desejo a todos vós um próspero ano novo. Cheio de todas aquelas coisinhas que nós necessitamos e que dizemos sempre...

Até para o ano!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Hummmm....


Ontem, a Princesa agarrou-se ao meu pescoço e num abraço muito apertado disse-me:
"Ai mamã, gosto tanto de ti! Como daqui até à lua e da lua até aqui!"

E eu que não achava piadinha nenhuma à música do André Sardet!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Acabaram de me oferecer um bonsai


E no bilhete que o acompanhava estava escrito: "Porque tem a tua cara!"



Eu julgo que isto foi escrito no "bom sentido" (ainda estou a analisar qual), mas nunca me vi com cara de bonsai! Juro...

domingo, 27 de dezembro de 2009

Um pequeno conto


Estava ansiosa. Talvez por ser o primeiro natal que iria ser passado em sua casa, talvez porque todos estivessem na espectativa do que iriam encontrar, talvez apenas porque estava finalmente a concretizar um desejo que há muito se havia perdido: reunir toda a família.
Já passavam das 19h00 e ainda ninguém chegara. Ela, vestiu o longo casaco preto e saiu à rua. Estava deserta, e a notar-se pelo vapor que saía de sua boca, conseguia bem perceber. Sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha e aconchegou o casaco ao pescoço. De mãos ao peito, olhou para o céu e quase não conseguiu vislumbrar estrelas. A noite estava escura. Deu uns passos e saiu do seu pequeno jardim, que ficava em frente à sua casa. O cheiro a lume pairava no ar. A aragem da noite, molhava-lhe a face e os cabelos. E ela, tentava ver alguém conhecido, que o seu destino fosse a sua casa.

Fizera correr pela sua cabeça durante uns rápidos segundos, as coisas que já fizera e que afinal não se esquecera: o pai não gostava de bacalhau e ela preparara-lhe o seu prato favorito; o espumante estava no frio para bebericarem quando passassem aos doces, o vinho tinto tal como o branco foram criteriosamente escolhidos, ou não vivesse ela na esplêndida região de vinhos maduros. A sua mãe adorava arroz doce. E ela, apesar de pouco saber elaborar doces, estivera até de madrugada, que era quando tinha mais sossego, a preparar delicadamente, o arroz doce.
A mesa.....ah a mesa! Tinha tirado a sua melhor toalha, o seu melhor serviço e o seu faqueiro - que ela achava que nunca tinha sido usado. Uma decoração muito simples mas requintada.

Os presentes eram personalizados. Bastava olhar para cada um dos seus familiares e conseguia perceber com bastante clareza o que cada um gostaria de receber: para o pai um casaco de lã, para a mãe um xaile, para a irmã um livro...e para aquela pessoa especial, um perfume. E era sempre o mesmo perfume. Sim, porque era aquele perfume que ficava nos lençóis e na almofada, quando de madrugada ele saía de sua casa. Sim, aquela casa que agora esperava todas as pessoas que lhe percorriam pela cabeça. E com este pensamento final, ouviu ao longe a voz familiar de seu pai. Aí estavam eles.
"Aqui fora com este frio, rapariga!? Anda para dentro!"

E assim, fora o primeiro natal do que ela esperava ser o primeiro de muitos mais.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Querido Pai Natal (versão realista)

Como prometi não escrever asneiras no blog (até ao dia...), ao menos dá para trazeres uma caixinha de chocolates? Hum???








Um Feliz Natal para todos, cheio de coisas boas (nomeadamente, chocolates). Um Natal com muita saúde, paz e harmonia.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

(Um parênteses no nosso egocentrismo)


O homem caminhou pela principal rua da sua cidade, viu mendigos, aleijados, miseráveis. Como não conseguia mais conviver com tanta miséria, clamou aos céus: “Deus, como podes amar tanto o ser humano e, ao mesmo tempo, não fazer nada por quem está a sofrer?”
“Eu fi z alguma coisa por eles” - escutou uma voz - “Eu criei-te.”
Gregory Corrigan

Deus fez a sua parte. Agora, compete a cada um de nós ajudar o próximo!

Querido Pai Natal (versão irritada)

Ok...Ok...sei que o pessoal anda a abusar e tu já estás velhote para tanto carrego.



Mas e este também é "pesado"?

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Querido Pai Natal (versão modesta)

Sei que o presente anterior não te cabia no saco. Como tal, lembrei-me de te pedir este:





E não digas que não sou modesta!!!!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Querido Pai Natal (versão idealista)



como eu sou uma rapariga até bem modesta e me portei muito bem durante todo o ano, gostaria de receber no sapatinho (ou sapatão!), este carrito (o Opel Insígnia)...



Como vês, coisa poucochita!!!!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Again...


Ontem até podia ser por ter pressentido o sismo!
Mas esta noite não consigo decifrar a espertina....
.... vou ali encher-me de cafeína e já volto!!!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009


A maior parte das minhas colegas sentiram o sismo que ocorreu esta madrugada. Mas, e adiantam, já não sentiram as réplicas e dormiram a noite toda!
Pois eu não senti absolutamente nada, a não ser a minha Princesa (que às vezes também lhe chamo "insónia"), que não me deixou dormir desde as 4h da madrugada.

Ou seja, não senti o sismo mas levei com as réplicas!

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

O rótulo "emoção"


A palavra emoção traz em geral à mente uma das seis emoções ditas primárias ou universais: alegria, tristeza, medo, cólera, surpresa ou aversão. Pensar em termos de emoções primárias torna mais fácil a discussão do problema, mas é importante notar que existem muitos outros comportamentos aos quais tem sido atribuído o rótulo "emoção". Nestes incluem-se as chamadas emoções secundárias ou sociais, tais como a vergonha, o ciúme, a culpa ou o orgulho; e as que denomino emoções de fundo, tais como o bem-estar ou o mal-estar, a calma ou a tensão. O rótulo emoção também tem sido aplicado a impulsos e motivações e a estados de dor e prazer.



António Damásio - Sentimento de Si

terça-feira, 15 de dezembro de 2009


Soube-me tão mal, mas tão mal levantar-me hoje!
Sou apologista de que quando os trabalhadores sentem este sentimento tão negativo, tão frustrado que deveriam ficar onde estão! É que levantamo-nos extremamente contrariados, tomamos banho super-hiper-contrariados, saímos à rua sem qualquer vontade e mais uma vez contrariados, qual é então, o resultado no trabalho? Pois...cá está! Trabalhar com excesso de contrariedade!
É por isso que a maior parte do pessoal mete baixa médica, porque entra em stress, entra em esgotamento. Fazemos um esforço tremendo para sair de entre aqueles lençóis e uma camada extremamente grossa e felpuda de cobertores e edredons! Entramos em choque! A parte psicológica entra simpatia com a física e colapsamos! É o resultado desta não vontade de nos levantarmos da caminha!
Como disse o outro "a esta hora eu estava bem era na minha caminha"....e quem o pode censurar?

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Mais uma segunda-feira

E podia começar a escrever sobre os almoços e jantares de Natal a que fui, mas não vou fazer isso!
Podia também falar da polémica do jogo Porto-Benfica .... perdão! .... Olhanense-Benfica, mas também não vou falar!
Podia fazer aqui um post a falar da vaga de frio que vem de Espanha (já diz o velho ditado, nem bom vento, nem bom casamento), mas também resolvi não falar!
Vou falar mesmo da agressão que Sílvio Berlusconi sofreu! Valente bordanada que o dito senhor levou! Pena é que o agressor tem problemas mentais e mandou-lhe com o objecto! Se não, era até o bordão dizer "miu"!




Para os mais sensíveis: detesto violência mas há pessoas que só tratadas desta forma!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

É oficial!


A minha bicicleta que está na sala, deixou de ser um mero bibelot, o qual eu só lhe tocava para limpar o pó ou lavar o chão!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Éramos, no 6.º ano, cerca de 16 raparigas. Entre os namoricos e as modas, as conversas apenas direccionavam para um sentido: "o que cada uma queria fazer quando terminássemos o 6.º ano".
Numa aldeia tão pequena como a nossa, onde quase todos somos aparentados, as aspirações terminavam com o casamento, com filhos, com casa e pouco mais. Parecia que a interioridade da aldeia, moldava a capacidade de aspirar algo mais, de ambicionar qualquer coisa que não fosse um marido.
Apesar de entrar na conversa, poucas ideias conseguia dar.
Sim, pensava um dia namorar. Sim, pensava um dia casar. Sim, pensava um dia ter filhos. Mas não nesta altura.
E a conversa era sempre muito animada, com valentes gargalhadas, quando começavam a falar nos vestidos de noiva, na noite de núpcias, tema geralmente proibido no seio familiar.
E claro, tão certo como cada futuro que cada um cozinhava e alinhavava para si, quase todas seguiram o mesmo caminho.
Entre os dias que lhes parecem todos iguais, entre a pequenez do seu grande mundo, ali andam elas na sua labuta. Paramos às vezes nas ruas para sabermos como vamos, como vão os filhos. Filhos estes já com 15 ou 16 anos...
Às vezes, surpreendem-me com o entusiasmo com que cada uma fala, com o orgulho que dizem que terminaram um curso, depois vão para o desemprego uns tempos até haver para aí outro curso qualquer. Fazem umas temporadas na apanha dos morangos, da uva e da azeitona. As mãos calejadas do rigor do tempo, ajeitam os cabelos já a mostrar alguns brancos.
E uma vez por outra, lá me junto a elas no café. A conversa poderá variar entre telemóveis, entre plasmas ou LCD's, entre arrendamento de um apartamento em Monte Gordo ou de uma casa para poderem assar sardinhas, entre a roupa que compraram na única loja que a aldeia tem e que as faz andar todas de igual ou o assunto das novelas que a tvi ou a sic transmitem. Isto entre a disposição do cigarro nos dedos, que mostra a quem entra, sinal de independência, de maturidade, de mulher adulta.
Entre o meu silêncio, o beber do café, lá dou um sorriso e aceno a cabeça e tento compreender aquela linguagem. Uma linguagem que compreendia da minha avó e das pessoas da idade dela. E às vezes quando me pedem opinião, lá lhes digo que têm muito mais prática que eu e que as fico a ouvir.
E muitas vezes, quando tento falar um pouco a minha linguagem, fazem silêncio. E consigo perceber pelas suas caras que não se silenciam por me estarem a compreender, apenas porque naquelas cabeças lhes passa tantas coisas, como "que raio tenho eu com isso?"... e prefiro, então, mudar de assunto.
Mas são estas mulheres de hoje, as meninas de ontem, que apesar da sua linguagem simples, me dizem tanto. As mulheres de hoje que entram para as estatísticas de desempregadas a meio tempo, ora estão meio tempo em cursos, ora estão meio tempo desempregadas. São estas mulheres que conseguem dissecar melhor um telemóvel que qualquer técnico de uma loja de vendas. São estas mulheres que enchem os cafés, de cigarro na mão, há espera de coisa nenhuma, com um presente remediado e um futuro que se há-de arranjar.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Dúvida existencial


De que cor é a graxa...que se dá ao chefe???

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

O poder da argumentação


Fui surpreender a Princesa a abrir umas prendas para oferecer no Natal. Assim que me viu, levantou-se e antes de eu dizer qualquer coisa, argumentou o seguinte:
- Oh mamã. Não dá tau-tau a mim polque eu sou piquinina. Eu vi os pesentes. Não sei o que são! (encolhe os ombros) - Depois meto os pesentes todos, todos alumadinhos. Mas não dá tau-tau. Pecebes, mãe?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Azar, azar...


...é na única semana que tiramos de férias, tentarmos repousar tranquilamente na nossa casinha, que até está completamente isolada, e a única construção a começar logo na segunda-feira, às 7h da manhã, numa urbanização de 100 lotes, é precisamente em frente à minha.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Confesso...


... que tenho ciúmes da Popota!

Pronto! Já disse!
É que a magana para além de ter já experimentado tantas iguarias gastronómicas, de ter visitado meio mundo, consegue com aquele peso todo, mexer melhor as ancas que eu!
Não é justo! Grunf...

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009


Depois de uma semana fora...eis-me!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Foto: Najla

Sempre me interroguei sobre as memórias de cada casa em ruínas. Que histórias nos contam, quantas lágrimas sentiram ou gargalhadas ouviram. Que sentimentos guardam nas suas pedras. Que segredos, que cantos e contos.

E tu, janela, quantas vidas viste passar? Quantas vidas viste abalar? Quantas vidas viste regressar?

segunda-feira, 23 de novembro de 2009





A ribeira quando enche
Leva o junco acamado
Traz-me tu em teu sentido
Que eu te trago em meu cuidado


Fotos: Najla



sábado, 21 de novembro de 2009


O dia de sexta-feira foi maravilhoso. Para além do dia estar propriamente lindo, cheio de sol, tive o prazer de juntar a família.
E apesar das prendas terem sido todas muito boas, a que mais admirei e achei mais útil, foi sem dúvida, a oferta de umas botinhas iguais às da fotografia. Muitos poderão achar que não são nada femininas. E esteticamente talvez não sejam....mas são muito confortáveis e conjugam lindamente com a máquina fotográfica sempre em punho. Porque só assim consigo percorrer as paisagens lindas onde vivo.....

....mas mesmo assim, digam lá se não são amorosas?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009


Amanhã, sexta-feira, irei organizar um jantar familiar. Mas constou-me que existe uma certa pessoa - que se calhar todos vocês irão adivinhar - que é super supersticiosa, ao ponto de desfazer facas em cruz, de ajeitar quadros de parede tortos, de se benzer quando vê um gato preto, de não passar por debaixo de escadas e de se ir embora quando à mesa estão 13 pessoas.


Ora bem, uma vez que no total seremos 12 pessoas, acho que vou quebrar a regra de ser tudo só família e vou convidar um amigo!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

A morte da desgraça


A desgraça faz-me companhia.
Tantas vezes me julguei feliz, tendo-te a meu lado.
Julgava que o amor era aquilo que via e vivia todos os dias.
Uma felicidade única, plena, vivia todos os dias como se do último fosse.
De boca cheia de palavras belas, arremessava com amor, com carinho, com cumplicidade.
Oh desgraça, porque me atormentas?
Respiro fundo. Contemplo o teu desdém, a tua indiferença.
Coloquei toda a minha vida à tua disposição. E porquê? Para quê?
Julguei viver um conto como aqueles que afinal só existem em histórias.
Nunca me apercebi, que afinal, amava sozinha.
Quando partiste, a tua ausência foi preenchida por esta desgraça, espelho de mim, fraca figura.
Quebrei! Afundei!
Peço a morte para amenizar esta dor, que de tão altiva, não me dá descanso, tréguas.
Desgraça, que me fizeste? Tem complacência.
Um coração que amou demasiado não deveria saber o que é o reverso da medalha.
Um coração que amou demasiado nunca deveria provar a solidão.
Desgraça minha, imploro-te a morte, porque a morte minha, será a tua morte.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Estou a ficar doente

Sim, só pode!
Hoje levantei-me com uma dor de cabeça brutal. Mas também com o sonho que tive só podia. Sonhei que trabalhava com Sócrates. Sim...esse! O primeiro-ministro!
E acho que era alguém da confiança dele, pois parecia trabalhar directamente com ele.
Por aí podem avaliar o meu estado mental!
Dizem que muitas vezes vamos buscar ao nosso subconsciente os nossos desejos mais profundos que, na prática, não conseguimos concretizar pelas mais variadíssimas razões. E como tal, são reproduzidos nos sonhos.
Acredito que o meu sonho esteja encriptado. Mas no que eu já consegui traduzir, afinal não almejo trabalhar com Sócrates. O que deve estar no meu subconsciente é o saber como é que se consegue fazer tanta falcatrua e tanta aldrabice, praticar tantos subornos e cometer tantas ilegalidades e sair-se sempre impune! Isso sim, é o que deve andar a rabear no meu sonho!

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Um cheirinho a Natal


Ontem, domingo, sentei-me no sofá, com a Princesa aninhada em mim, a ver televisão. A lareira acesa tentava transparecer um Novembro típico.
Mas não. Lá fora, apesar das nuvens cinzentas, não chove. E apesar da lareira acesa, ainda não faz frio. As blusas grossas de lã e os casacos felpudos ainda não fazem parte do dia-a-dia. Ainda nem me apeteceu beber o típico cacau quente antes de me ir deitar.
E ali estava eu, a deliciar-me com a tarde de domingo sem fazer absolutamente nada, apenas a ver televisão. E a maravilhar-me com os anúncios que passam e que já nos vão deixando contagiados. A cada novo anúncio, grita a pequena "Olha, mamã!", e lá lhe digo que sim, que é muito bonito, a cerca de uns 20 minutos de publicidade de bonecos e bonequitos, de jogos, de telemóveis, de carros e trotinetes demasiado sofisticados, em cada 30 minutos de qualquer filme ou desenhos animados.
E apesar do tempo não o denunciar, estamos tão pertinho já do Natal. Mesmo que lá fora, a mim ainda não me pareça, dentro de casa, o Natal arrebata-me, toma-me de assalto pois entra-me pela televisão.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

E vocês?




Sabem o que é o brix ???????

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Um beijo repenicado


Eu e o meu colega tínhamos uma reunião com um director de um serviço público. Ao chegarmos, identificámo-nos e pediram-nos para aguardar na sala de espera, enquanto o senhor atendia um telefonema.
Como a sala estava completamente cheia de utentes, eu fiquei num lado da sala e o colega dirigiu-se para o fundo da mesma.
Ao fim de uns 2 minutos, diz-me o colega num tom de voz um pouco mais alto que o burburinho que se ouvia:
- Esqueci-me do bloco de notas! Dás-me uma folha?
Fez-se quase silêncio na sala. E eu, com um sorriso, acenei com a cabeça um "não".
- Vá lá! - e aumentou o tom de voz - Dás-me uma folha e eu dou-te um beijinho!
Silêncio total! Arregalei-lhe os olhos e fingi que nem o ouvi....mas senti-me a corar perante tantos olhares.
- Ok...se não quiseres um beijo grande posso dar-te um beijo pequenino. Assim, repenicado!
Mas dá-me uma folhinha!!!!!


Juro-vos, apeteceu-me mandar-lhe com o caderno acima.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O significado da vida

Ao lembrar-me do dia de ontem, consigo recordar demasiados dias num dia só. Entre um rodopio de tarefas laborais para fazer, para despachar, para desenrascar, soltam-se algumas gargalhadas entre os colegas, como se fosse o auge do dia, cada gargalhada solta, cada sorriso dado, cada ideia partilhada.

Ao chegar a casa, entre cumprimentos obrigatórios na rua, esperava-me o mais difícil de qualquer função enquanto amiga, enquanto pessoa. Ele, um amigo de longa data, esperava-me no sofá da sala, frente à lareira acesa. Entre soluços e um choro descontrolado, perguntava-me vezes sem conta qual o significado da vida e se valeria a pena continuar a viver. Conhecendo tanto da vida dele, apresentei-lhe todas as coisas boas porque devemos viver, porque devemos lutar. E achando tão injusta esta minha posição entre o desmotivar para a morte e o encorajar para a vida, contei-lhe a história desta menina, que me assolou o pensamento nos dias contidos neste só dia.

E ele, por momentos, parou de chorar, para me ouvir. Afinal, a vida não era justa para ninguém. Mas cabia a nós, enquanto adultos, enquanto seres humanos, lutar e reunir energias para que seres tão frágeis e tão delicados como esta menina, não sofram pelos nossos erros. Que seria do mundo, se há primeira vicissitude de cada um de nós, tentássemos terminar com a vida? O que é no fundo desmoralizador, é que só damos significado à nossa vida quando nos defrontamos com alguém pior.

Enxutas as lágrimas e depois de muito tempo de conversa, lá se recompôs e à saída de casa diz-me num meio sorriso "amanhã voltarei para te ajeitar o jardim".

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Quantos muros mais existirão por derrubar?


"O mundo celebra hoje a queda do Muro de Berlim. Faz hoje precisamente 20 anos que o símbolo da divisão da Alemanha e da Guerra Fria caiu quando, na noite de 9 de Novembro de 1989, uma multidão de pessoas da parte leste da cidade, avançou rumo aos postos fronteiriços que separavam os habitantes da zona leste de Berlim da liberdade vivida a ocidente." (in RTP)

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Há precisamente uma semana

Há precisamente uma semana, ali estava eu, sentada naquela poltrona, que já conhecia quase todo o meu corpo e todos os meus movimentos nervosos e ansiosos. Há precisamente uma semana, ali estava eu, tentando transparecer uma calmia inexistente, uma maturidade fictícia, uma postura adulta mas tão, tão tímida.
Há uma semana, as pessoas passavam por mim naquela sala, uma atrás da outra, sem que eu lhes olhasse para as suas feições. Uma por outra lá deixava o seu perfume no ar, mas sem que isso me fizesse levantar os olhos do chão. A dor que sentia no peito, há precisamente uma semana, era tão forte, que me deixava afundar naquela poltrona, assim, quietinha, a ver se a dor passava ou amornava. Uma dor inexplicável, um aperto sentido e tão profundo. O meu próprio silêncio era muitas vezes quebrado por um inspirar mais longo. Mas, assim me ficava, precisamente há uma semana.
E de repente, sinto alguém se aproximar. Não conhecia a silhueta, nem o tom de voz. "Que tristeza lhe vejo. Que dor tem. Há quanto tempo não chora?", e na minha voz arrastada, respondi "Demasiado!". Deu-me a mão, e eu aceitei-a, e lentamente levantei-me daquela poltrona, como se a ela o meu corpo já pertencesse. E mais lentamente, abracei aquela figura tão estranha para mim. E chorei. Chorei como havia anos que não o fazia. Após alguns minutos, limpou-me as lágrimas e passou a sua mão quente pelo meu rosto.
A pessoa que nunca tinha visto, que não conhecia, foi naquele momento, o meu desabafo. "Obrigada", disse-lhe e, tal como em silêncio se aproximou, assim se afastou. E eu, tornei-me a sentar na poltrona, agora num corpo novo, num sentir renovado, numa calmia sentida. Há precisamente uma semana.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Valia a pena pensar nisto


É só impressão minha, ou a maior parte dos homens têm tendência para conduzir ligeiramente inclinados para a direita??

quarta-feira, 4 de novembro de 2009


Tudo começou com um comentário a um post. Depois desse comentário, seguiram-se alguns e-mail's e uma troca mais amiúde de comentários, de textos, de pensamentos e ideias, de imagens...A partir daí, criou-se uma amizade virtual.

Ao fim de algum tempo, conheci-o. A ele e à sua família. Fizeram tantos quilómetros só para que nos conhecêssemos. E foi uma surpresa agradável.

E mais agradável quando soube que partilhava o mesmo signo que eu, que adorava tanto o Outono como eu...e que hoje, precisamente no dia hoje, fazia anos.


Por isso, sr. Paulo Lontro, muitos parabéns!!!!

Espero que o meu grito se ouça, daqui do Alentejo ao Porto!

terça-feira, 3 de novembro de 2009


Durante os próximos 10 dias serei a (pseudo) coordenadora de um projecto.

Mas julgo que a coisa está a correr mal....para que o meu colega me obedeça já o tive de subornar com metade de um pacote de bolachas!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Faltou-me a chouriça


Eu - Doutor, desculpe, pode-me dizer como está a correr a operação do meu marido?
Médico (seco e mantendo uma certa distância de mim) - Não estou em condições para lhe dar qualquer informação!
Eu - Obrigada na mesma.

Familiar de outro doente - Doutor, e como está o meu pai?
Médico (seco e mantendo certa distância da senhora) - Já disse que não estou....
Familiar - Já agora doutor, gostou dos enchidos que lhe enviei?
Médico (sorrindo e aproximando-se) - Ahhh, desculpe, não a reconheci. São óptimos. Lá em casa adoraram.
Familiar - E o meu pai, como está?
Médico (colocando o braço em cima da senhora) - Está bem, a operação correu bem, mas sabe...blá, blá, blá....
Familiar - Muito obrigada, doutor.
Médico (inclinando-se para a cumprimentar com dois beijos) - Qualquer dúvida, ando por aqui...